As mulheres tiveram conquistas salariais, os casais
estão se casando menos e mais brasileiros estão voltando mais para casa, mostra
Censo Demográfico de 2010
São Paulo – Os dados do Censo Demográfico de 2010 divulgados
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira
revelam mudanças importantes, que deram uma nova cara ao Brasil ao longo da
última década.
Os dados apontam para avanços importantes no emprego, na educação e na saúde
pública, e indicam mudanças de comportamento: as mulheres tiveram conquistas salariais, os casais estão se casando menos e mais
brasileiros estão voltando para casa, após passar um período morando exterior.Veja, a seguir, algumas importantes registradas entre os anos de 2000 e 2010, segundo os dados do censo:
O brasileiro está mais “educado”
O percentual de pessoas sem instrução ou com o fundamental incompleto caiu de 65,1% para 50,2%, enquanto o de pessoas com pelo menos o curso superior completo aumentou de 4,4% para 7,9%.
Mais trabalhadores têm carteira assinada
O percentual de empregados na população cresceu de 66,6% para 70,8%. A categoria com carteira de trabalho assinada aumentou sua participação no contingente nacional de 54,8% para 63,9%.
As mulheres estão ganhando mais...
O salário das mulheres cresceu cerca de três vezes mais do que o dos homens. O delas teve aumento de 13,5%, o equivalente a R$ 867 a mais, em média. O deles, de 4%, o que corresponde a R$ 60.
Ainda assim, elas ganham menos do que os homens. Em 2000, elas recebiam o equivalente a 67,7% do pagamento deles. Hoje, 73,8%.
...E estão tendo menos filhos
A taxa de fecundidade registrou uma queda de 20,1% na última década, passando de 2,38 filhos por mulher em 2000 para 1,9 em 2010.
A mortalidade infantil caiu
pela metade
O número de mortes de bebês de até um ano de idade por mil nascidos vivos caiu
de 29,7 para 15,6.Lares mais “informatizados”, mas nem tanto
A presença de computadores nos lares brasileiros triplicou na última década. Os aparelhos, no entanto, ainda não chegam à metade das casas – o índice de penetração é de 38,3%, em média, dos quais apenas 30,7% estão conectados à internet.
Mais casais vivendo juntos, menos se casando
As uniões consensuais (casais vivendo juntos sem casamento civil ou religioso, mas podendo ter contrato de união estável registrado em cartório) aumentaram de 28,6% em 2000 para 36,4% em 2010. Já os casamentos do tipo civil e religioso diminuíram de 49,2% para 42,9%.
Os brasileiros estão voltando para casa
Em números absolutos, a quantidade de brasileiros que voltaram para casa praticamente dobrou no período, saltando de 87 mil, em 2000, para 174 mil, em 2010. Os principais estados de destino desses imigrantes foram São Paulo, Paraná e Minas Gerais.
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/o-que-mudou-no-brasil-na-ultima-decada?page=2
oi luis claudio é a mel ! entra no meu blog /;
ResponderExcluirhttp://meluchoa.blogspot.com.br/
Uhul, arrasou prof!!!
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir2050
ResponderExcluirO número de católicos só irá diminuir. Em 2050, o número de evangélicos pode chegar a ser o dobro de católicos. Já que os pastores das igrejas protestantes estão cada vez mais carismáticos e os padres católicos continuam na mesmice de sempre. Essa queda de fíeis católicos vem ocorrendo desde muito tempo, e essa redução só vem aumentando e a tendência é continuar diminuindo. Outro percentual que também tem tendência a aumentar bastante em 2050 é o de brasileiros que se declaram sem religião.
Na sociedade o índice de brasileiros sem instrução tende a ser cada vez menor e em 2050 pode chegar a ser quase 0, e o número de pessoas com pelo menos superior completo só está aumentando, já que o número de faculdades aumentou e o acesso de certa forma está facilitado, porém a concorrência do mercado de trabalho só aumenta, exigindo assim maior qualificação do profissional.
A inserção da mulher no mercado de trabalho está cada vez maior, e elas estão tendo cada dia mais conquistas salariais, podendo chegar em 2050 a se equiparar com o salário dos homens.
Para que essa dedicação ao trabalho seja possível está sendo necessário que as mulheres tenham cada vez menos filhos. E isso é o que vem ocorrendo e essa taxa de fecundidade tende a ser cada vez menor.
Com os avanços na medicina, na indústria farmacêutica e com o desenvolvimento cada vez maior da tecnologia aplicada à medicina, a mortalidade infantil só tende a diminuir e a expectativa de vida aumentar. Portanto teremos para o futuro uma população mais idosa, já que a taxa de natalidade só tem diminuído e a expectativa de vida aumentado.
A durabilidade dos casamentos está diminuindo. Como a mulher está mais independente, a disputa de sucesso entre os parceiros aumentou, gerando desentendimentos nos relacionamentos.
Júlia Vignoli de Almeida Gonçalves, 1o A
Júlia,
ExcluirVocê fez uma boa projeção,escolheu fatores significativos e desenvolveu um bom texto.
CONCEITO: ÓTIMO!
Este comentário foi removido pelo autor.
ExcluirMuito bom !!!
ExcluirGrupo:Mariana Guerra, Lucas Nassaralla e Rafael Murta
A queda de percentual do número de católicos no Brasil é comprovada pelo IBGE desde 1872, quando se iniciou o censo. Até 1970, ou seja, 100 anos depois, houve queda desse percentual, mas não muito grande: os católicos representavam 99,7% da população e passaram a representar 91,8% em 1970. Porém, de 2000 a 2010, a queda foi bem maior: de 73,6%, em 2010, eles passaram a representar 64,6% da população brasileira, o que corresponde a uma queda bem significativa. Ao mesmo tempo, pode-se verificar o crescimento do número de evangélicos, que passou de 15,4% em 2000 para 22,2% em 2010, sendo que o numero de evangélicos vinha crescendo desde 1991 aproximadamente.
ResponderExcluirSe esse comportamento continuar a ocorrer, com certeza, em 2050, o número de católicos diminuirá bastante e a diferença entre o numero de católicos e evangélicos será de 20 milhos de pessoas,aproximadamente. Porém isso não quer dizer que os católicos deixarão de ser maioria, como sempre foi. Por outro lado, o número de evangélicos aumentará, bem como o de outras religiões.
Pode-se concluir que o Brasil será um país de várias religiões, sem uma que predomine.
Equipe da Mariana Guerra, Lucas Nassaralla e Rafael Murta.
ExcluirVocês enfatizaram a perda de prestígio da igreja católica e a hegemonia da mulher como chefe do lar.
CONCEITO DO TRABALHO: BOM
As familias brasileiras estao passando por uma grande mudança.
ResponderExcluirAs pessoas nao tem mais tantos filhos como antigamente, isso ocorre pois hoje as mulheres tem grande participação no mercado de trabalho, ou seja, elas ficam menos tempo em casa e nao podem cuidar de tantos filhos.
No ano de 2050 a tendencia e que as familias passam a ter menos filhos e que a renda familiar aumente cada vez mais pois em 2050 a participacao da mulher no mercado de trabalho sera maior q hoje.
No ano de 2050 o papel de chefe familiar exercido pelo pai praticamente nao existira pois as mulheres cada vez mais sao consideradas chefes de familia.
A tendencia e que o numero de separacoes aumente ao longo do tempo entao em 2050 esse numero sera gigamtesco.
As familias brasileiras estao em constante mudanca e essas mudancas irao ocorrer ate 2050
Mariana Guerra, Lucas Nassaralla e Rafael Murta
Equipe da Mariana Guerra, Lucas Nassaralla e Rafael Murta.
ExcluirVocês enfatizaram a perda de prestígio da igreja católica e a hegemonia da mulher como chefe do lar.
CONCEITO DO TRABALHO: BOM
O ano é 2050.
ResponderExcluirAs ''famílias mosaico'' e cuja a mãe exerce o papel de provedor agora representam a maioria, o raro é ver o modelo de família ''tradicional''. O número de filhos por núcleo familiar é o menor de todos os tempos e o governo se preocupa com o futuro da população, que envelhece a cada dia. Essa queda drástica no numero de filhos se da devido a mudança do foco dos ''novos adultos'', que deixou a muito tempo de ser se procriar e se tornou basicamente o trabalho e o prazer próprio, a auto realização.
Esse novo modelo familiar é o reflexo direto da maior participação da mulher no mercado de trabalho, que a muito deixou de ser a dona de casa convencional e se tornou completamente, na maioria dos casos, independente do poder patriarca, que antes era dominante.
Já no âmbito religioso, o Brasil se encontra cada vez mais diverso. O preconceito que antes era arraigado nas pessoas, hoje esta cada vez mais diminuto e espaçado, nunca houve tanta abertura para as preferências de cada um, o que abriu margem para o crescimento de religiões que antes, combinadas, não representavam nem 1% da população.
O país vê um futuro brilhante e de crescimento vertiginoso, novas mudanças ocorrem diariamente e não tendem a parar tão cedo.
Maria Clara Cury e Ana Caroline Padilha
Equipe da Maria Clara Cury e Ana Caroline Padilha,
ResponderExcluirDiscutiu de forma criativa e interessante o aumento da diversidade religiosa e a direção da mulher.
Também abordou a questão dos filhos,mostrando uma nova cultura.
CONCEITO DO TRABALHO: ÓTIMO
o numero de catolicos tende á diminuir . Essa queda de fíeis se deve ao fato de outras religioes ganahrem mais fieis por estarem pregando sua crença em locais mais simples , eles acolhem mais e prometem mais coisas do que os catolicos , fazendo com que a religiao deles pareça mais interessante á ser seguida . A familia em 2050 , nao será uma familia tipicamente catolica . A fé da familia brasileira sera muito mais divercificada . O numero de evangelicos irá almentar e se igualar ao numero de fieis catolicos atualmente .
ResponderExcluirAtualmente as famílias brasileiras mudaram muito.
ResponderExcluirA instituição da família esta muito modificada, o pai não é mais o líder da família, muitas vezes, a mãe, por contribuir com mais de 50% da renda mensal familiar, tem tanto poder, ou mais, que o pai. Antigamente a mulher ficava em casa, cuidando do lar e dos filhos (que eram muitos), e o homem trabalhava para sustentar todos. alem do mais, a questão de separações onde a mulher se torna totalmente auto-suficiente vem aumentando em relação ao numero de famílias tradicionais (pai, mãe,filhos).
Segundo o censo, realizado pelo IBGE em 2010, no ano de 2050 o papel de chefe de família sera mais designado a mãe do que ao pai, já que a independência feminina vem crescendo muito nos últimos tempos. E a tendencia é essa diferença só se atenuar e ficar cada vez mais clara na sociedade brasileira.
Bruno e Diego
O percentual de católicos no Brasil diminui cada vez mais. Desde a criação do censo até 100 anos depois, os católicos que representavam 99,7% da população, passou a significar 91,8%. Depois em 2000 a 2010, a queda foi bem mais significativa, em 10 anos teve uma redução de quase 10%, oque mostra que em um período 10 vezes menor, teve uma redução até maior do que em outro período, chegando a representar em 2010 64,6% da população brasileira. Ao mesmo tempo que o número de católicos diminui no Brasil, os evangélicos entre o período de 2000 até 2010, ele cresceu de 15 ,4% à 22,2% mostrando um aumento de quase 7%. Se isso continuar acontecendo até 2050, podemos observar que cada vez mais, haverá uma maior diversificação de religião no Brasil. Isso não quer dizer que o catolicismo perderia sua 'hegemonia' religiosa ao longo dos anos, mas sim que cada vez mais a diversificação religiosa será maior. Pedro Brito e Leonardo Gontijo
ResponderExcluirEm 2050 as famílias serão menores, devido a inserção cada vez maior das mulheres no mercado de trabalho e consequentemente, sua independência.O número de filhos por família continuará diminuindo e a taxa de mães solteiras irá aumentar cada vez mais.A renda familiar aumentará, devido a entrada da mulher no mercado de trabalho.A expectativa de vida aumentará, devido aos investimentos nas áreas de saúde.A quantidade de brasileiros com educação superior será maior, já que a educação só tende a crescer e assim, acirrar a disputa no mercado de trabalho.
ResponderExcluirJá no aspecto religioso, as religiões protestantes podem aumentar muito, principalmente as religião evangélica, que aumentou mais de 61% em 10 anos.Os católicos tendem a diminuir, mas se mantém como maioria no país e isso pode continuar a acontecer no futuro.
Juliana Reis e Mariana do Vale
Gostei da projeção a partir da independência da mulher.
ExcluirBom
A família brasileira vem sofrendo com o passar das décadas grandes mudanças. Antigamente essa era composta por um casal com um grande número de filhos, a mulher (mãe) se dedicava as funções domésticas e se responsabilizava pela educação e cuidados dos filhos. Após a revolução industrial cresceu a inserção da mulher no mercado de trabalho que passou a se dedicar menos aos cuidados do lar, diminuindo consequentemente o número de filhos por casal que hoje está na média de 2. Outro motivo da redução da taxa de natalidade seria o aumento do custo de vida que influencia muito na decisão do número de filhos. João Pedro, Vitor Sigaud, Felipe Silveira
ResponderExcluirAs familías do passado o pai era o chefe da casa, responsável por todas as tarefas, já as mulheres eram donas de casa. Hoje em dia , elas são inseridas no mercado de trabalho sem tempo para cuidar dos filhos, passando a serem independentes. Em 2050, elas serão mais independentes com muito pouco tempo para ter e cuidar dos seus filhos. A igreja evangélica em 2050 vai aumentar abundantemente o seu número de seguidores, superando a Igreja Católica. Isso ocorre devido a sua busca pelo numero de fieis , como por exemplo entrar nas comunidades pregando sua religião, o que os católicos nao fazem. Bruna Barreto , Gabriela Alves, Gabriela Dias
ResponderExcluirO trabalho ficou muito condensado.
ExcluirNa próxima pesquisa, amplie o texto
Bom/Regular.
a familia brasileira de 2050 , nao sera mais consevadora como a familia brasilira atual .As familias tendem a ter menos casal unidos pelo matrimonio E mais casais com uma uniao estável . Além disso , os casais tendem a ter menos filhos devido ao alto custo de vida . Mais pessoas terao acesso a caretira de trabalho , e a educaçao de qualidade . A familia brasileira terá uma mudança drastica na sua estrutura . resta-nos saber se é para melhor ou para pior .
ResponderExcluirTrabalho ficou fragmentado.
ExcluirRegular
As famílias estão diminuindo cada vez mais, pois as mulheres estão mais ativas no mercado de trabalho, com salários cada dia mais altos. Alem disso, elas passam pouco tempo em casa, não sobrando tempo para cuidar dos filhos. em 2050, as famílias vão ter poucos filhos e as mulheres vão ser ainda mais ativas no mercado. Alem disso, a durabilidade dos casamentos estão diminuindo cada vez mais. Então, as expectativas para 2050 é que não haverá muitos casamentos legítimos.
ResponderExcluirAcreditamos que no ano de 2050 as taxas de mortalidade infantil vão diminuir e a expectativa de vida aumentar. Por isso, teremos em 2050 uma população mais idosa.
De acordo com estatísticas retiradas do IBGE, o catolicismo está diminuindo cada vez mais no brasil, enquanto a religião evangélica teve um aumento muito relevante. Outro aspecto importante retratado nas pesquisas, é que também aumentou o numero de pessoas sem religião, ou seja, os ateus.Desse modo, até 2050, poderemos concluir que a maioria da população vai ser evangélica e sem religiões, e os católicos vão ser a minoria, junto com outras religiões.
ANDRÉ CAMARGO, BERNARDO NICOLAU E RAFAEL DA GAMA.
A cerca de 100 anos atras, 90% dos católicos se situavam na Europa, e dessa época pra cá, o que occorreu foi um deslocamento dessa populaçao de fiéis : Na Europa a cada ano o número de católicos diminui e o de outras religiões, principalmente o ateísmo, aumentam drasticamente.
ResponderExcluirHoje quase metade dos católicos se encontram na America Latina, o que pode ser uma consequencia ou um legado deixado pela colonização europeia em nosso continente, então a previsão é que no futuro, aproximadamente em meados de 2050 a população Latina siga os passos dos europeus e migre de religião, fazendo com que o Catolicismo nao seja a religiao predominante no continente.
Victor Sigaud, Felipe Silveira e João Pedro.
Havia muitos outros itens a ser analisados.
ExcluirNa próxima produção, melhorar pesquisa.
REGULAR
Como será em 2050?
ResponderExcluirAcreditamos que em 2050 o número de evangélicos brasileiros vai aumentar. A medida que os anos passam, eles vão se tornando mais comuns. Em 1991, por exemplo, 9% dos brasileiros eram evangélicos, já em 2010, o número aumentou para 22,2%. Com relação aos católicos brasileiros, o número caiu, em 1872 eram 99,7% da população, e em 2010, abaixou 20,6%, totalizando em 70,1% da população. Observando as estatísticas podemos concluir que o número de católicos tende a diminuir em 2050, isso acontece pelo fato de que antigamente as pessoas não tinham tanta liberdade para interpretar a religião do modo que queriam, e hoje podemos "construir" a religião do nosso ponto de vista, do jeito que acreditamos. Pelo mesmo motivo, as pessoas sem religião aumentaram, em 2000, eram 7,3%, e em 2010, passaram para 8%.
Com relação às famílias, acreditamos que em 2050, como as mulheres estão tendo mais possibilidades de entrar no mercado de trabalho, tornando-as um tipo de "chefe de família", onde ela deixa de fazer o seu papel mais comum (que seria o de dona de casa), e começa a fazer o papel, que antigamente, era comum só para o homem, ela será mais independente. Com isso, as famílias vão tendo cada vez menos filhos, em 2000 eram 2,38% filhos por mulher, e em 2010 caiu para 1,9%. As uniões consensuais (casais vivendo juntos sem casamento civil ou religioso) aumentaram de 28,6% em 2000 para 36,4% em 2010, nos mostrando que em 2050, isso só vai aumentar, pois agora temos a liberdade de optar pelo modo de pensar com relação as religiões.
Rebeca Lopes e Ana Paula Bartoli.
Equipe fez uma boa análise das tendências atuais.
ExcluirBOM/ÓTIMO
Trabalho ficou fragmentado.
ResponderExcluirREGULAR/BOM
ANDRÉ CAMARGO, BERNARDO NICOLAU E RAFAEL DA GAMA.
ResponderExcluirGostei da tendência apurada. Poderia avançar na pesquisa sobre religiões
BOM/ÓTIMO